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Prefeitura Municipal de Rosário do Catete

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Rosário: História e monumentos históricos

Fonte: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
28/06/2019 às 04h29

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Apesar dos seus prédios históricos e com filhos ilustres na História Política de Sergipe, são poucos os rosarenses e principalmente os oriundos de municípios vizinhos que vivem aqui, que conhecem os valores históricos de Rosário do Catete.

Para aumentar o conhecimento dos munícipes e inserir Rosário no Mapa do Turismo das instituições federais a exemplo do Ministério do Turismo e da Secretaria de Estado do Turismo, a Secretaria Municipal da Cultura e do Turismo, sob a coordenação da Secretaria Municipal da Comunicação Social, tem realizado ações e participações em eventos técnicos com o objetivo de qualificar o município junto às essas entidades oficiais.

Uma das exigências para Rosário ser inserido no Mapa Nacional do Turismo é a criação do Conselho Municipal do Turismo, formado por representantes da população. Os conselheiros não são remunerados, seguindo o modelo dos conselhos da Educação, Saúde e o da Assistência Social.

“Lamentamos que todo trabalho iniciado desde o começo do ano junto ao Ministério do Turismo e a Secretaria de Estado do Turismo, tenha encontrado dificuldades entre pessoas que também deveriam estar engajadas nas políticas públicas de promoção do nosso município, estadual e nacionalmente”, lamentou a secretária da Comunicação Social, jornalista Tirzah Barreto.

Dos 75 municípios sergipanos, Rosário do Catete é um dos poucos que ainda não apresentou à Secretaria Estadual do Turismo a lei que cria o Conselho. O projeto de criação já está na Câmara de Vereadores desde o mês de maio. Os vereadores entraram em recesso parlamentar no dia 13 de junho e só voltam a discutir a propositura no retorno das atividades, no mês de julho.

Monumentos históricos

Além dos filhos ilustres na Política, no Judiciário e na Medicina de Sergipe, Rosário do Catete também possui monumentos históricos. Entre eles estão:

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré foi construída em 1709. Demolida e reconstruída no mesmo lugar em 1864, fazendo parte do Engenho Catete Novo pertencente ao Barão de Maruim.

Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário construída no século XVIII. Sua construção foi 1746 e a Irmandade Nossa Senhora dos Homens Pretos e Partos foi criada em 1779.

Igreja Nossa Senhora do Amparo foi construída no século XIX e restaurada em 1946 por Simeão Machado.

Estação de Trem, inaugurada em 1914, está passando pelo processo de tombamento pelo IPHAN, chamado de “valoração”. Será o primeiro tombamento em nível nacional da cidade. Alguns acontecimentos históricos marcaram a estação férrea. Em 1924, serviu de embarque de tropas dos tenentes na Revolta de 13 de Julho 1924, comandada por Maynard Gomes, armando o vagão de trem com canhão a combater tropas legalistas em Carmópolis.  Na década de 1933, desembarcou o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas para a inauguração da Ponte de Pedra Branca. Serviu como terminal de escoamento de açúcar e mais tarde das cargas de Potássio pela Vale do Rio Doce.

Capela da Fazenda Caldas onde foi enterrado o corpo do General Augusto Maynard Gomes.  Com a venda da fazenda, os restos mortais foram transferidos para o cemitério Santa Isabel em Aracaju.

Grupo Escolar Leandro Maciel construção da década de 1930 por Augusto Maynard Gomes.

Cemitério Paroquial de Rosário do Catete, 19 de maio de 1856, o presidente da Província, Salvador Correia de Sá e Benevides, dirigiu a circular nº 7 às Câmaras incitando-as a fazerem cemitérios. A de Rosário foi uma das primeiras que tratou do assunto, marcando lugar para a sua necrópole ao sul da Vila. Seria construído, como se fosse pela Câmara, e com auxílio dos particulares. Em 1857 já se sepultava os mortos rosarenses, mas só se deu por pronto em janeiro de 1862.  

Engenho Serra Negra atualmente só existe uma chaminé no local. O Serra Negra foi uma pequena propriedade, mas de altíssima produção. Ele foi o engenho mais importante do século XVIII para o XIX, pertenceu a Leandro Maciel (pai) tinha a visão mais alta sobre os outros. Entrou em declínio quando Leandro Maciel (pai) teve a necessidade de aumentar a produção e de uma casa maior por causa da família grande. Ele o abandona e vai para Japaratuba para o Engenho Entre Rios uma propriedade maior e na região litorânea.

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