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Prefeitura Municipal de Rosário do Catete

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Banco de Alimentos transforma vida de agricultores e pessoas carentes

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação Social
15/10/2019 às 13h59

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Cumprindo mais uma etapa para a implantação do Banco de Alimentos de Rosário do Catete, o primeiro de Sergipe, o prefeito Vino Barreto, esteve nos dias 9 e 10 deste mês, em Itanhaém, interior de São Paulo, acompanhado da secretária da Assistência e Desenvolvimento Social, Aninha Andrade e da coordenadora Ana Cristina Sobral, para conhecer as instalações e o funcionamento do banco local.

O Banco de Alimentos da cidade paulista, é reconhecido nacional e internacionalmente pelo trabalho de transformação de vida que proporcionou aos agricultores familiares e a melhoria do padrão alimentar de centenas de pessoas carentes.

Em Rosário do Catete, mesmo na fase de implantação o banco já está gerando empregos e renda através de hortas comunitárias e vai gerar outros durante a construção do prédio, além do impulso que dará na agricultura.

Após a visita as instalações do banco de alimentos, Vino Barreto e a comitiva de Rosário do Catete foram recebidos na Prefeitura de Itanhaém, pelo prefeito Marco Aurélio Gomes que, agradeceu a visita dos rosarenses e relatou o impacto que a instituição trouxe para o município administrado por ele.

“Inicialmente, agradeço ao prefeito Vino por ter escolhido o nosso banco como modelo para a implantação do de Rosário. E digo, vale a pena investir nessa política pública, pois ela transforma a vida de muita gente. O reconhecimento maior vem dos próprios agricultores quando converso com eles, pois agora sabem que, se produzir, o município, através do banco de alimentos compra a safra deles”, comentou o prefeito de Itanhaém.

O prefeito Vino Barreto agradeceu a receptividade e contou que tomou conhecimento do Banco de Itanhaém através de uma reportagem na televisão com a minha esposa.

“Eu e a Primeira-Dama, Dona Nena Barreto ficamos empolgados e nos perguntamos: por que não trazer um benefício desses para os rosarenses? A partir daí, Nena não tem medido esforços para a implantação do nosso banco de alimentos, que será o primeiro de Sergipe. A Mosaic Fertilizantes através do Instituto Movere(orientação técnica), tem sido nossa grande parceira nessa obra. Além de construir a sede do nosso banco, ela tem desenvolvido ações que vão fortalecer o funcionamento da instituição”, explicou Vino.

Transformação de Vida

No segundo dia da visita, o prefeito Vino Barreto e a comitiva visitaram a Zona Rural. Lá, eles conheceram as áreas de plantio e ouviram dos agricultores o quanto o banco de alimentos mudou a vida deles.

Marcos Gonçalves de Jesus, 39, é de Itanhaém, antes do banco, por falta de perspectivas, deixou a família e a terra natal para ir trabalhar na Capital Paulista.

“Foi graças aos programas do banco de alimentos que larguei aquela correria de São Paulo e voltei a morar com os meus pais e ter o prazer de trabalhar novamente com a agricultura, pois, agora com o banco, a gente se livra do atravessador. Não existe nada mais decepcionante para o agricultor do que plantar e quando colher não ter para quem vender ou entregar seu produto por um preço que não é justo. E com o banco, você planta e sabe que vai ter aquela venda garantida. É estímulo!”, confessou Marcos.

A satisfação de Marcos é a mesma do casal Dona Zezé e o senhor Antônio Barbudo. “Aqui no sítio, quando não tinha esse banco, as coisas eram mais difíceis. Tudo que temos hoje é graças a ele, pois tudo que produzimos, vendemos e recebemos o dinheiro”.

O Banco de Alimentos de Itanhaém também desenvolve atividades com a comunidade indígena do município. Para o técnico Indigenista da Fundação Nacional do Índio(Funai), Michel Idris da Silva, essa parceria é fundamental porque antes dela, os indígenas não tinham estímulo para produzir e vender o excedente da safra.

“Agora, eles tem a certeza de que, o que for produzido além do necessário para o consumo da comunidade, o excedente será absorvido pelo banco de alimentos. Se não fosse essa parceria, as comunidades indígenas da Baixada Santista não teriam se desenvolvido em termos de produção agrícola, principalmente na comercialização do excedente”, ressaltou o indigenista Michel.

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